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dc.contributor.advisor1Leite, Claudia Dias-
dc.creatorAbreu, Ernane-
dc.creatorScott, Lucas-
dc.creatorMendes, Tiago-
dc.date.accessioned2018-05-03T14:37:01Z-
dc.date.available2018-04-30-
dc.date.available2018-05-03T14:37:01Z-
dc.date.issued2017-
dc.identifier.citationABREU, Ernane; SCOTT, Lucas; MENDES, Tiago. Efeito agudo da autoliberação miofascial no tensionamento dos isquiotibiais. 2017. 12 f. Artigo (Graduação em Educação Física) – Universidade Católica de Brasília, Brasília, 2017.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ucb.br:9443/jspui/handle/123456789/10907-
dc.description.resumoO uso de técnicas como o alongamento é um dos recursos mais utilizados para obter melhoras dos níveis de flexibilidade, porém, a liberação da fáscia não tem sido muito estudada. O objetivo do presente estudo foi verificar o efeito agudo da autoliberação miofascial no tensionamento dos isquiotibiais e na flexibilidade da articulação do quadril. A amostra de conveniência foi composta por 34 voluntários homens, média de idade de 30,65 ± 5,83 anos, praticantes de atividade física regular semanalmente. Para a coleta dos dados foi realizada uma anamnese e a avaliação da flexibilidade pelo Teste “Sentar-e-Alcançar” proposto por Wells e Dillon (1952). A autoliberação miofascial foi realizada com uma bola de borracha maciça da marca LCM de aproximadamente 88mm. Após preencher a anamnese e realizar o teste de sentar e alcançar, os voluntários foram instruídos para executarem a liberação miofascial na região dos isquiotibiais (IQT’s), deslizando a perna sobre a bola em movimentos no sentido vertical e nos pontos de maior incômodo realizando movimentos circulares até aliviar as dores, durante 5 minutos em cada perna. Logo após, realizaram o teste de sentar e alcançar novamente. Para análise dos dados foi utilizado o programa estatístico Statistical Package for Social Science - SPSS 18.0. Foram realizadas as medidas descritivas para caracterização da amostra e o teste t pareado para avaliar o efeito agudo da liberação miofascial no tensionamento dos IQT’s. Para tanto, foi adotado um p≤0,05. Os resultados demonstraram aumento significativo da flexibilidade (Δ=5,33cm) após a autoliberação miofascial dos IQT´s [t(33)=-8,60;p=0,001]. Conclui-se que a autoliberação miofascial diminuiu o tensionamento dos isquiotibiais, que limitavam uma maior amplitude do movimento de flexão do quadril.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Luana Sampaio (luana.barroso@ucb.br) on 2018-04-30T12:22:47Z No. of bitstreams: 1 ErnaneAbreuTCCGraduacao2017.pdf: 365713 bytes, checksum: dd0e0aa8727131c00aaae3329d6b91d9 (MD5)en
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dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2018-05-03T14:37:01Z (GMT). No. of bitstreams: 1 ErnaneAbreuTCCGraduacao2017.pdf: 365713 bytes, checksum: dd0e0aa8727131c00aaae3329d6b91d9 (MD5) Previous issue date: 2017en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Católica de Brasíliapt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Saúde e Medicinapt_BR
dc.publisher.programEducação Física (Graduação)pt_BR
dc.publisher.initialsUCBpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectLiberação miofascialpt_BR
dc.subjectMúsculos isquiotibiaispt_BR
dc.subjectFlexibilidadept_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::EDUCACAO FISICApt_BR
dc.titleEfeito agudo da autoliberação miofascial no tensionamento dos isquiotibiaispt_BR
dc.typeArtigopt_BR
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