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dc.contributor.advisor1Gomes, Maria Fernanda Castioni-
dc.creatorHolanda, Amanda Mariz-
dc.creatorFerreira, Ludmila Vaz-
dc.date.accessioned2020-08-07T19:02:14Z-
dc.date.available2020-07-24-
dc.date.available2020-08-07T19:02:14Z-
dc.date.issued2020-07-01-
dc.identifier.citationHOLANDA, Amanda Mariz; FERREIRA, Ludmila Vaz. Dieta inflamatória e depressão: existem evidências? 2020. 29 f. Artigo (Graduação em Nutrição) - Universidade Católica de Brasília, Brasília, 2020.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ucb.br:9443/jspui/handle/123456789/13418-
dc.description.abstractThe pathophysiology of depression is not yet well defined, but what science considers is an interaction between the availability of neurotransmitters and their regulation. Studies point to inflammation as an important factor in the pathophysiology of depression since high levels of inflammatory markers are observed. The aim of this study was to investigate the possible influence of the inflammatory diet on the pathophysiology of depression. Methodology: The search was performed in the Medline (via PubMed) and SciELO databases. Descriptors covered: depression, inflammatory diet and inflammation. Original studies were selected between the years 2016 and 2020, performed on humans, regardless of gender or age. Articles prior to the year 2016 and which did not contemplate the inflammatory effect of the diet on depressive symptoms were excluded. Discussion: Statistics have shown that we are experiencing an epidemic of depression. More recent data from the World Health Organization and the Pan American Health Organization point to severe depression as the major cause of disability in the world. One of the possible causes can be explained by the inflammatory process, pointing out that this process may have diet and eating habits as one of its origins. Increased levels of CRP, IL-6 and TNF were also related to depression. The diet and its pro-inflammatory content is linked to the promotion of metabolic and respiratory diseases and some types of cancer. Conclusion: An anti-inflammatory, antioxidant diet, rich in bioactive compounds and minimally processed has shown better results for health promotion. Further studies should be carried out for further investigation.pt_BR
dc.description.resumoA fisiopatologia da depressão ainda não está bem definida, mas o que a ciência considera é uma interação entre a disponibilidade de neurotransmissores e a sua regulação. Estudos apontam a inflamação como um importante fator na fisiopatologia da depressão já que é observado níveis elevados de marcadores inflamatórios. O objetivo deste trabalho foi investigar a possível influência da dieta inflamatória na fisiopatologia da depressão. Metodologia: A busca foi realizada nas bases de dados Medline (via PubMed) e SciELO. Descritores contemplados: depressão, dieta inflamatória e inflamação. Foram selecionados estudos originais entre os anos de 2016 e 2020, realizados em humanos, sem distinção de sexo ou idade. Foram excluídos artigos anteriores ao ano de 2016 e que não contemplavam o efeito inflamatório da dieta nos sintomas depressivos. Discussão: As estatísticas têm demonstrado que vivemos uma epidemia de depressão. Dados mais recentes da Organização Mundial de Saúde e da Organização Panamericana de Saúde apontam a depressão grave como a maior causa de incapacitação no mundo. Uma das possíveis causas pode ser explicada pelo processo inflamatório, salientando que, esse processo possa ter como uma das suas origens a dieta e os hábitos alimentares. Foi relacionado também à depressão os valores aumentados de PCR, IL-6 e TNF.A dieta e seu conteúdo pró-inflamatório está ligada a promoção de doenças metabólicas, respiratórias e alguns tipos de câncer. Conclusão: Uma dieta anti-inflamatória, antioxidante, rica em compostos bioativos e minimamente processada tem demonstrado melhores resultados para promoção da saúde. Estudos posteriores devem ser realizados para maior investigação.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Cassimira Moura (cassis@ucb.br) on 2020-07-24T21:10:22Z No. of bitstreams: 1 AmandaMarizHolandaTCCGraduacao2020.pdf: 703014 bytes, checksum: 33263e215a011d6361a33429ecfdee81 (MD5)en
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dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2020-08-07T19:02:14Z (GMT). No. of bitstreams: 1 AmandaMarizHolandaTCCGraduacao2020.pdf: 703014 bytes, checksum: 33263e215a011d6361a33429ecfdee81 (MD5) Previous issue date: 2020-07-01en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Católica de Brasíliapt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEscola de Saúde e Medicinapt_BR
dc.publisher.programNutrição (Graduação)pt_BR
dc.publisher.initialsUCBpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDepressãopt_BR
dc.subjectDieta inflamatóriapt_BR
dc.subjectFisiopatologiapt_BR
dc.subjectInflamaçãopt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::NUTRICAOpt_BR
dc.titleDieta inflamatória e depressão: existem evidênciaspt_BR
dc.typeArtigopt_BR
Appears in Collections:Nutrição (Graduação)

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